
A ONG Moradia e Cidadania promoveu duas Conferências Livres ODS como etapa preparatória para a 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa liderada pela Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que ocorrerá de 29 de junho a 2 de julho, em Brasília.
Como resultado desse processo participativo de troca e aprendizados foram elaboradas, de forma coletiva, 10 propostas de políticas públicas alinhadas aos ODS, reforçando o compromisso com um desenvolvimento mais justo, inclusivo e sustentável.
As Conferências Livres ODS da Moradia e Cidadania foram coordenadas pelas representantes da ONG na CNODS, Marília de Araújo Nogueira e Eva Sarmento, que conduziram o processo de mobilização nacional e sistematização das contribuições dos territórios.
A preparação teve início com a pesquisa “Mapa do Território”, que reuniu percepções, desafios e propostas de diversas regiões do país. Na sequência, foram realizados encontros virtuais com especialistas, ativistas e representantes dos setores público e privado, reunindo mais de 150 participantes em cada edição.
Próximos passos
As propostas elaboradas foram encaminhadas à CNODS e seguirão para consulta pública na plataforma Brasil Participativo. As propostas mais curtidas pela sociedade serão levadas à etapa nacional da conferência, ampliando a incidência das vozes dos territórios nas decisões.
Todos os participantes receberão certificado como reconhecimento pelo engajamento e pela contribuição ao processo.
Agradecemos a participação de todos que integraram essa construção coletiva — parceiros locais, beneficiários dos projetos, voluntários, além de empregados, aposentados e associados — fortalecendo um espaço democrático de escuta e proposição.
Todo o conteúdo produzido — incluindo materiais, propostas e registros das atividades — está disponível para acesso público no site:
https://conferencialivreodsongmoradiaecidadania.my.canva.site
A iniciativa reforça o papel estratégico da sociedade civil na implementação da Agenda 2030 no Brasil e evidencia que a escuta ativa dos territórios é fundamental para a construção de políticas públicas mais efetivas, inclusivas e conectadas com a realidade da população.
