Responsabilidade ambiental

15 mar 2009
0

Responsabilidade ambiental

Sacolas ecológicas

A Moradia e Cidadania lançou campanhas para diminuição do uso de sacolas plásticas em diversos estados brasileiros.

sacola inteligente

A iniciativa, intitulada “Eu colaboro com o meio ambiente – Uso sacola retornável” é do Comitê Caixa ODM Extremo Sul/RS. A ação objetiva conscientizar as pessoas a minimizar o consumo de sacolas plásticas descartáveis.

A ação objetiva conscientizar as pessoas a minimizar o consumo de sacolas e sacos plásticos descartáveis, adotando material permanente e degradável, poupando, assim, o meio ambiente.

A Campanha Pegue Leve com o Meio Ambiente, em Campo Grande-MS é uma iniciativa que, além de qualificar e gerar renda às detentas do Presídio Feminino de Rio Brilhante, em Campo Grande, é uma oportunidade de mudança de vida após esse período de reclusão e de conscientização para a preservação ambiental.

A Moradia e Cidadania/ES desenvolve o Projeto de Geração de Trabalho e Renda em parceria ARTIDÉIAS – Associação de Artesãos Ateliê de Idéias. O projeto gera renda por meio do artesanato utilizando banners em desuso para a confecção de bolsas.

No Paraná, para diminuir o impacto ambiental, causado pelas sacolas plásticas, o Projeto Recriar desenvolveu uma ecobag por meio da reutilização de malotes, para as compras em supermercados.

ecobag

AS SACOLAS PLÁSTICAS

Segundo Daniel Pereira, Bacharel em Física e Astrofísica pela Universidade de São Paulo, a criação das sacolas plásticas data de 1862 e foi uma revolução para o comércio por sua praticidade e por ser barata. Apesar de antiga a invenção veio explodir no Brasil a partir da década de 80, contribuindo para a filosofia do “tudo descartável”. Hoje são consideradas um dos grandes vilões do meio ambiente, bem como várias outras coisas que antes eram utilizadas sem nenhum critério de avaliação de impacto ambiental.

Grande parte das sacolas utilizadas hoje é de material plástico, um derivado do petróleo, substância não renovável, feita de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD) e sua degradação no ambiente pode levar séculos, ou seja, até três gerações futuras podem se deparar com as sacolas plásticas que estamos jogando fora hoje. Daniel Pereira destaca que no Brasil aproximadamente 9,7% de todo o lixo é composto por saquinhos plásticos, além disso, para produzir uma tonelada de plástico são necessários 1.140 kw/hora, energia daria para manter aproximadamente 7600 residências iluminadas com lâmpadas econômicas por 1 hora, sem contar a água utilizada no processo e os dejetos resultantes.

sacola

As Sacolas Plásticas também são uma das causas do entupimento da passagem de água em bueiros e córregos, contribuindo para as inundações e retenção de mais lixo. Quando incinerado libera toxinas perigosas para a saúde.

Artigo publicado por Daniel Pereira no site Ser Melhor  

 

1. 05 de junho – Dia do Meio Ambiente.
Marca Texto elaborado pela Coordenação Estadual da Moradia e Cidadania em Minas Gerais.

coleta seletiva

coleta seletiva


2. Coleta Seletiva – Veja como fazer !

3. Confira o Artigo – “Aquecimento Global: O que eu tenho com isto”.

Folha 1

Folha 2

4. Países pobres sofrem mais por causa de mudanças climáticas.

Segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008, os habitantes dos países mais pobres correm risco muito maior de ser vítimas de catástrofes climáticas do que os de países com renda elevada.

O relatório, intitulado “Combater a mudança do clima: solidariedade humana em um mundo dividido”, concluí que o impacto nas nações pobres é 78 vezes maior: a cada 19 moradores de países em desenvolvimento, 1 foi vítima de tragédias como secas, tsunamis e furacões entre 2000 e 2004. Nos países desenvolvidos, o número é de 1 a cada 1.500. Pelo menos 108 milhões de pessoas já foram afetadas por inundações no leste e no sul da Ásia, e 10 milhões foram vítimas da secas na África Subsaariana. Em 2007, mais de 21 milhões de pessoas ficaram desabrigadas e mil morreram devido às tempestades ocorridas em Bangladesh e na Índia.

O relatório observa que o risco de desastres naturais afeta todos os países, mas os mais pobres são especialmente vulneráveis, devido às desigualdades internas, às economias frágeis e ao baixo desenvolvimento humano. “Dois bilhões de pessoas — 40% da população do mundo — vivem com menos de US$ 2 ao dia e estão intrinsecamente vulneráveis (aos desastres naturais), porque têm menos recursos para enfrentá-los”, afirma o estudo.

O documento do PNUD salienta também que mulheres correm mais riscos com os desastres climáticos. Segundo o RDH, as desvantagens históricas das mulheres – o seu acesso limitado a recursos, a restrição de direitos e a falta de voz na formulação de decisões – tornam-nas altamente vulneráveis às alterações climáticas.

Fonte: PNUD

Leia mais sobre o assunto: http://www.pnud.org.br/home

5. O que é a Pegada Ecológica?

A Pegada Ecológica é uma ferramenta que mede a área de terra e água que uma população humana requer para produzir os recursos que consume e para absorver seus desperdícios, considerando a tecnologia existente.

A espécie humana ocupou 83% do planeta e consumiu excessivamente a ponto de a Terra já ter ultrapassado em 25% sua capacidade de recarga. A seguir esta lógica, o planeta quebra como qualquer empresa que gasta mais do que ganha. A Pegada Ecológica permite calcular a área de terreno produtivo necessária para sustentar o nosso estilo de vida. No caso da alimentação, por exemplo, o cálculo é simples: basta dividir o consumo de dada cultura agrícola (expresso em toneladas, por exemplo) pela produtividade da terra (expressa em toneladas por hectare).

Medindo a Pegada Ecológica de uma população (um indivíduo, uma cidade, uma nação, ou toda a humanidade) é possível medir esse impacto, o que permite gerenciar os recursos ecológicos de maneira mais cuidadosa. A Pegada Ecológica permite as pessoas tomarem ações individuais e coletivas em favor de um mundo onde a humanidade possa viver em equilíbrio com os recursos disponíveis do planeta.

Categorizados em:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *