Coordenadores estaduais aprendem a cultivar horta comunitária

22 set 2021
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Coordenadores estaduais aprendem a cultivar horta comunitária

Em palestra online, engenheira agrônoma da Rede do Conhecimento orientou passo a passo para iniciar os projetos de horta em parceria com a Fenae.

            Na quinta-feira (16), os coordenadores estaduais da Moradia e Cidadania e líderes comunitários participaram de uma videoconferência sobre cultivo de horta comunitária. Receberam orientações básicas para dar início aos oito projetos realizados com o apoio da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal – Fenae. 

            “Os projetos-piloto que estamos realizando são de grande importância para a parceria ONG/FENAE e preparam para o bom aproveitamento do potencial de atuação conjunta com as APCEFs na realização de ações e projetos que possam contribuir para a redução das desigualdades sociais do nosso país”, afirmou o presidente da ONG, Laurêncio Körbes, ao abrir a reunião ressaltando também a importância das redes para ampliar conhecimentos. 

A engenheira agrônoma da Rede do Conhecimento, Jucéia Camillo, explicou todas as etapas de criação e cultivo de horta agroecológica e orgânica, desde a semeadura à colheita: avaliação da área, conservação do entorno, preparo do solo e sistema de irrigação. A especialista também abordou aspectos técnicos da estrutura física como estufa e semeadura, além de tratos culturais como capina, adubação, poda, raleio, comercialização dos produtos e prevenção de pragas e doenças.

            “Um país capaz de produzir alimentos em quantidade suficiente e com qualidade nutricional para suprir a demanda alimentar de cada um de seus cidadãos é um país soberano”, afirmou Jucéia quando tratou da importância das hortas como ferramentas na garantia da segurança alimentar e nutricional.

            Experiência em Belágua – A líder comunitária de Belágua, no Maranhão, Fátima Carvalho, relatou as transformações no município, graças aos projetos da Fenae de combate à miséria, que incluem hortas comunitárias, apesar dos inúmeros desafios como o elevado nível de analfabetismo no local, que dificulta as burocracias da criação de associações. Ela também reforçou a necessidade de se apostar nas mulheres que ainda são muito sofridas e discriminadas: “vale a pena ver algo onde você não esperava por nada. Dá ainda mais vontade de fazer cada vez mais. Hoje, as pessoas sentem orgulho de seu trabalho e de ser de Belágua. Só há desenvolvimento por meio de oportunidade. A chave é o amor cima de tudo”.

            Gisele Mota Ramos, da Rede do Conhecimento, solicitou apoio a todos no compartilhamento dos conteúdos a fim de obter novas sugestões de temas, que são pesquisados junto a profissionais das áreas, e aperfeiçoar a programação continuamente.

            O diretor da Fenae e coordenador estadual da ONG de Rondônia, Jerry Fiusa, agradeceu a participação de todos, elogiou Jucéia pelo alto nível de instrução compartilhado e parabenizou Fátima pela experiência emocionante em Belágua, que teve oportunidade de conhecer.

            A coordenadora estadual de São Paulo, Lourdes da Silva, também agradeceu a presença dos participantes, orientou a enviarem dúvidas para serem encaminhadas e respondidas pela Jucéia e adiantou a previsão de nova videoconferência sobre combate de doenças e pragas em hortas nas próximas semanas.

            Projetos de horta e organização comunitária em parceria com Fenae – A iniciativa de segurança alimentar, economia solidária e educação ambiental visa a promover o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes no entorno das Associações do Pessoal da Caixa – Apcefs, propiciando o acesso ao alimento, ao trabalho, à renda e colaborando com o combate à fome e às desigualdades e injustiças sociais.

             Os projetos elaborados pelas Coordenações Estaduais da Moradia e Cidadania, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS da Agenda 2030 da ONU, foram selecionados pelo comitê gestor das duas entidades parceiras em julho, junto a outros quatro, do eixo da educação, e serão implementados em 12 estados: Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. 

MORADIA E CIDADANIA

A Moradia e Cidadania completará 21 anos de fundação no próximo dia 25 (setembro). Foi criada por empregados da Caixa como organização não-governamental ONG, inspirada nos Comitês da Ação da Cidadania, criados pelo sociólogo Herbert de Souza. 

Em 2001 foi reconhecida como entidade de Utilidade Pública Federal e recebeu a qualificação de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP pelo Ministério da Justiça.

A organização atua em todo o país por meio de coordenações estaduais, visando à promoção da cidadania de populações em situação de vulnerabilidade social com ações de combate à fome e à miséria, projetos de educação e geração de trabalho e renda, e outros, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. 

Em palestra online, engenheira agrônoma da Rede do Conhecimento orientou passo a passo para iniciar os projetos de horta em parceria com a Fenae.

            Na quinta-feira (16), os coordenadores estaduais da Moradia e Cidadania e líderes comunitários participaram de uma videoconferência sobre cultivo de horta comunitária. Receberam orientações básicas para dar início aos oito projetos realizados com o apoio da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal – Fenae. 

            “Os projetos-piloto que estamos realizando são de grande importância para a parceria ONG/FENAE e preparam para o bom aproveitamento do potencial de atuação conjunta com as APCEFs na realização de ações e projetos que possam contribuir para a redução das desigualdades sociais do nosso país”, afirmou o presidente da ONG, Laurêncio Körbes, ao abrir a reunião ressaltando também a importância das redes para ampliar conhecimentos. 

A engenheira agrônoma da Rede do Conhecimento, Jucéia Camillo, explicou todas as etapas de criação e cultivo de horta agroecológica e orgânica, desde a semeadura à colheita: avaliação da área, conservação do entorno, preparo do solo e sistema de irrigação. A especialista também abordou aspectos técnicos da estrutura física como estufa e semeadura, além de tratos culturais como capina, adubação, poda, raleio, comercialização dos produtos e prevenção de pragas e doenças.

            “Um país capaz de produzir alimentos em quantidade suficiente e com qualidade nutricional para suprir a demanda alimentar de cada um de seus cidadãos é um país soberano”, afirmou Jucéia quando tratou da importância das hortas como ferramentas na garantia da segurança alimentar e nutricional.

            Experiência em Belágua – A líder comunitária de Belágua, no Maranhão, Fátima Carvalho, relatou as transformações no município, graças aos projetos da Fenae de combate à miséria, que incluem hortas comunitárias, apesar dos inúmeros desafios como o elevado nível de analfabetismo no local, que dificulta as burocracias da criação de associações. Ela também reforçou a necessidade de se apostar nas mulheres que ainda são muito sofridas e discriminadas: “vale a pena ver algo onde você não esperava por nada. Dá ainda mais vontade de fazer cada vez mais. Hoje, as pessoas sentem orgulho de seu trabalho e de ser de Belágua. Só há desenvolvimento por meio de oportunidade. A chave é o amor cima de tudo”.

            Gisele Mota Ramos, da Rede do Conhecimento, solicitou apoio a todos no compartilhamento dos conteúdos a fim de obter novas sugestões de temas, que são pesquisados junto a profissionais das áreas, e aperfeiçoar a programação continuamente.

            O diretor da Fenae e coordenador estadual da ONG de Rondônia, Jerry Fiusa, agradeceu a participação de todos, elogiou Jucéia pelo alto nível de instrução compartilhado e parabenizou Fátima pela experiência emocionante em Belágua, que teve oportunidade de conhecer.

            A coordenadora estadual de São Paulo, Lourdes da Silva, também agradeceu a presença dos participantes, orientou a enviarem dúvidas para serem encaminhadas e respondidas pela Jucéia e adiantou a previsão de nova videoconferência sobre combate de doenças e pragas em hortas nas próximas semanas.

            Projetos de horta e organização comunitária em parceria com Fenae – A iniciativa de segurança alimentar, economia solidária e educação ambiental visa a promover o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes no entorno das Associações do Pessoal da Caixa – Apcefs, propiciando o acesso ao alimento, ao trabalho, à renda e colaborando com o combate à fome e às desigualdades e injustiças sociais.

             Os projetos elaborados pelas Coordenações Estaduais da Moradia e Cidadania, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS da Agenda 2030 da ONU, foram selecionados pelo comitê gestor das duas entidades parceiras em julho, junto a outros quatro, do eixo da educação, e serão implementados em 12 estados: Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. 

MORADIA E CIDADANIA

A Moradia e Cidadania completará 21 anos de fundação no próximo dia 25 (setembro). Foi criada por empregados da Caixa como organização não-governamental ONG, inspirada nos Comitês da Ação da Cidadania, criados pelo sociólogo Herbert de Souza. 

Em 2001 foi reconhecida como entidade de Utilidade Pública Federal e recebeu a qualificação de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP pelo Ministério da Justiça.

A organização atua em todo o país por meio de coordenações estaduais, visando à promoção da cidadania de populações em situação de vulnerabilidade social com ações de combate à fome e à miséria, projetos de educação e geração de trabalho e renda, e outros, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.