Das diversas influências culturais, a arquitetura é a que se mantém mais visível nas cidades brasileiras. São edificações que ajudam a contar a história do país. Entretanto, muitas dessas relíquias dos períodos colonial e imperial encontram-se em situação precária de conservação, colocando em risco o patrimônio histórico cultural.

    Para preservar a memória do Brasil, gerar habitações populares e educação, a Moradia e Cidadania é parceira do projeto Rememorar, que visa à restauração de imóveis tombados pelo patrimônio histórico. Subsidiado pela Lei Rouanet e pelo Fundo de Arrendamento Residencial da Caixa, os recursos são aplicados na restauração da fachada, telhado e reformas internas.

    Mantidas as fachadas e volumetria originais, os casarões são transformados em apartamentos residenciais, posteriormente colocados à venda pelo Programa de Arredamento Residencial.

    Nesse processo é desenvolvido o trabalho de promoção da cidadania das pessoas que ocupavam irregular e precariamente os imóveis, em situação de risco, com capacitações e encaminhamentos aos serviços de assistências e programas existentes.

    Concomitantemente é realizado curso para a valorização do Centro Histórico e a preservação do seu patrimônio, no sentido de revitalizar, re-significar e re-inserir, no fluxo da vida contemporânea, sua utilização.

    Em Salvador, a Moradia e Cidadania/BA, em parceira com Governo do Estado da Bahia, por meio das Secretarias de Cultura e do Planejamento, da CONDER – Companhia do Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia, com o IPAC – Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural, a CAIXA, o IPHAN, restaurou na primeira etapa do projeto, cinco casarões, no Pelourinho, transformando-os em 41 unidades habitacionais que foram arrendadas para famílias com renda até seis salários mínimos.

 

 

 

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