Joaquim Sacramento da Silva é bacharel em Ciências Contábeis. Há sete anos trabalha com a causa social e atualmente coordena as atividades realizadas pela Moradia e Cidadania no estado do Pará. “Comecei minha trajetória no social durante Fórum Social Mundial de 2009, em Belém. Hoje, além da ONG, ajudo em comunidades espíritas, mesmo não sendo espírita.” Saiba mais sobre a história do coordenador Joaquim. 

Moradia e Cidadania: O que te motiva a continuar com o trabalho social? O senso de responsabilidade é o impulso inicial. É gratificante ver o resultado do trabalho, proporcionando sensações e emoções extremamente agradáveis.  Os processos que acontecem me atingem profundamente e ficam reverberando por muito tempo, em meu íntimo.

Moradia e Cidadania: Como você, voluntário, avalia o trabalho da Moradia e Cidadania?  Belíssimo! Porque temos um senso muito forte de unidade e compromisso, formando uma corrente nacional, firme.  Porque não cobramos nenhum retorno material dos beneficiários. Eu digo às comunidades que o único retorno que esperamos delas é o empenho delas para que o projeto dê certo. Porque priorizamos projetos estruturantes. E porque temos identidade forte e valores positivos e claros.

Moradia e Cidadania: Qual a importância de desenvolver projetos sociais em comunidades de baixa renda?  É onde estão os mais necessitados, sob todos os pontos de vista.  É onde o pouco que fazemos tem maior desdobramento e mais consequências. Em alguns lugares a carência é tanta que eles são resistentes em receber ajuda, requerendo um esforço maior de quem tem mais conhecimento.

Moradia e Cidadania: Para você, qual a importância da inserção dos empregados CAIXA nas ações da ONG? Os empregados CAIXA são a alma da ONG.  A participação assegura a nossa identidade. “Não é necessário ter altos conhecimentos, nem ser possuidor de riqueza material para ajudar.  Existem muitas formas de ajudar.  E cada pessoa tem seu potencial e sua riqueza, que lhe são próprios, podendo fazer uso desses dons em benefício de quem precisa deles. Aprendemos, com o tempo, que quem ajuda aos outros e pratica o bem é o mais beneficiado. Mas, isso, só é compreendido, por quem está nesse caminho,” Joaquim Sacramento.

 

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