A presidente da ONG Eleni Fagundes empossa o  novo coordenador, em Brasília/DF

      É com grande alegria que a Moradia e Cidadania recebe o novo Coordenador Distrito Federal, Hermes Geraldo Soares. Formado em Física e Matemática, o Coordenador DF tem pós-graduação em Perícia Digital e Perícia Contábil, mestrado em Gestão de Risco e Auditoria, e é aluno especial de doutorado. Hermes exerceu a função de Conselho Fiscal Estadual da Moradia e Cidadania/DF e agora, assume os trabalhos com toda energia e espírito solidário.

Confira um pouco mais da história do coordenador: 

Moradia e Cidadania: Há quanto tempo trabalha com a causa social? Em causas sociais, por volta de 30 anos. Desde Vicentino (SSVP); Cruz Vermelha/DF; APROV/DF (Associação dos portadores de problemas Visuais do DF; Justiça comunitária (TJDFT), ONG Heróis de Verdade, e fui o único voluntário em ações de educação para moradores da Estrutural/DF e para prestadores da CAIXA.

Moradia e Cidadania: Relate um pouco da sua trajetória em ações sociais. Na SSVP (Sociedade São Vicente de Paulo), realizamos pedidos de alimentos e medicamentos para pessoas desassistidas; APROV/DF – (Associação dos Portadores de Problemas Visuais do DF), fui convidado por um professor universitário para auxiliar os portadores de problemas visuais com documentação, marcação de consulta, registro de atas, atos administrativos em geral – onde fiquei por três anos.

Na Cruz Vermelha Internacional/DF, trabalhei ministrando aulas de reforços nas disciplinas de física e matemática; bem como, monitorando e auxiliando diversas atividades. A Justiça Comunitária é uma atividade do TJDFT, onde fui mediador de conflito social (voluntário) em conflitos entre famílias, credores e devedores. Essas atividades foram realizadas nos fóruns de Ceilândia, Taguatinga, Planaltina e Santa Maria/DF.

Moradia e Cidadania: O que te motiva a continuar com o trabalho social? Utilidade! Ser útil às pessoas é o prazer que me motiva. Conheço pessoas que desejam imensamente serem reconhecidas como pessoas justas. Todavia, seus atos, atitudes e ações “gritam” por humildade e justiça.

Moradia e Cidadania: Quais são suas expectativas como coordenador estadual? Fazer o melhor, sempre!  E para fazer qualquer coisa melhor, precisamos aprender a ouvir os nossos colaboradores.

Moradia e Cidadania: Qual é a coisa de maior valor que você aprendeu com o trabalho voluntário? A importância do outro!  Até para ser vaidoso, preciso do outro!  O outro é imprescindível em minha vida. Se não existir o outro, não me basto sozinho!

Moradia e Cidadania: Qual é a mensagem que você gostaria de transmitir às pessoas que têm vontade de ajudar as pessoas de baixa renda? Ao nascermos todos nós encontramos uma sociedade estabelecida, com valores, bens de consumos e instituições estabelecidas. Diante disto, o que estamos deixando melhor do que encontramos? Se você pensar com responsabilidade e não focar somente em seu umbigo, verás que outras pessoas construíram e constroem mais e melhor do que você. Então, seja justo consigo, faça algo bom para a humanidade, assim seus dias serão melhores.

Moradia e Cidadania: Para você, qual a importância da inserção dos empregados na CAIXA nas ações da ONG? A CAIXA tem sua missão e valores e esta instituição só é grande pela qualidade de seus bons empregados. Há empregados que não são tão bons, mesmo assim eles contribuem e são necessários à instituição. Em ações emergenciais das quais participei, vivenciei com colegas que justificam sua vida e suas recompensas na empresa e na vida, outros, que são agraciados e na impossibilidade de “olhar melhor ao redor”, justificam porque precisamos fazer desta empresa e deste planeta, uma casa melhor para morarmos. 

“As pessoas precisam ser mais humanas. Mais honestas consigo. Somente assim, poderão colher frutos de suas ações. Precisam aprender que ao apontar um dedo para o próximo, na mesma mão, terás quatro dedos apontando para si.” Hermes Geraldo.

 

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