Artur Ferreira Almeida é Coordenador da ONG Moradia e Cidadania/RS a 7 anos. Nascido em Bagé/Rio Grande do Sul, trabalha com causa social desde 2001, quando começou trabalhando com crianças em atendimento sócio-educativo e a partir deste ano passei a cursar gestão social pela UNISESI, aliando teoria e prática. Artur faz acontecer. Com seu trabalho social, dissemina esperança de dias melhores para as pessoas de baixa renda.

    Em entrevista ao Portal da Moradia e Cidadania, ele conta sua trajetória em prol do desenvolvimento social.

Moradia e Cidadania: O que te motiva a continuar com o trabalho social?  
Artur: A motivação  é o aprendizado constante, aprendo muito neste trabalho.   

Moradia e Cidadania: O que uma pessoa precisa para ser voluntária? Como você, avalia o voluntariado dentro da Moradia e Cidadania? 
Artur: Para o voluntariado, é necessário doação e compromisso. Na Moradia e Cidadania, temos muitos exemplos de voluntariado, mas necessitamos estruturá-lo na ONG.   

Moradia e Cidadania: Como que começaram as suas atividades como voluntário?
Artur: Sou facilitador de biodanza, uma técnica de autoconhecimento que utiliza a música e dança como forma de vinculação e iniciei o voluntariado  trabalhando em 2001 com biodanza para crianças, em Porto Alegre.  

Moradia e Cidadania: Como tem sido para você trabalhar no Terceiro Setor?
Artur: Gratificante acompanhar o crescimento das comunidades e desafiante buscar recursos e projetos para a continuidade destas ações.   

Moradia e Cidadania: Na sua opinião é importante a parceria entre os três setores da economia? Por quê? 
Artur: A parceria é fundamental para potencializar as ações, não havendo duplicidade de projetos, propostas com características semelhantes.    

Moradia e Cidadania: Quais as maiores dificuldades que a Coordenação se depara atualmente? Como você pensa em saná-las? 
Artur: A maior dificuldade é garantir a continuidade dos projetos em andamento na Casa Brasil, sendo necessárias novas parcerias neste projeto.   

Moradia e Cidadania: Em sua opinião, falta alguma coisa para que o trabalho que você desenvolve na Moradia e Cidadania seja ainda melhor?
Artur: Sempre temos possibilidades de crescimento, acredito que o sistema de gestão da ONG trará melhorias em nosso processo.

Moradia e Cidadania: Qual a importância dos projetos sociais desenvolvidos pela Moradia e Cidadania nas comunidades?
Artur: Os projetos da Moradia e Cidadania potencializam novas parcerias, dando visibilidade para o trabalho desenvolvido nas comunidades.   

Moradia e Cidadania: Algo mudou na sua vida após você ajudar essas pessoas atendidas?Artur: Em minha vida aprendi a respeitar o tempo e movimento dos grupos, sendo que para nosso público as mudanças marcantes são de autoestima, acreditar na capacidade de cada um.   

Moradia e Cidadania: O que você acha que deve ser feito para que a Moradia e Cidadania seja mais divulgada aos empregados da CAIXA? 
Artur: Participação no seminário de integração, quando a CAIXA contrata novos funcionários e parceria com a empresa para ampliar a divulgação da Moradia e Cidadania.   

Moradia e Cidadania: Para você, qual a importância da inclusão dos empregados da CAIXA nas ações da ONG?
Artur: A Moradia e Cidadania foi criada pelos empregados e sua razão de ser é possibilitar que  os empregados CAIXA possam viabilizar projetos sociais, contribuindo financeiramente e dedicando seu tempo  para os projetos. Temos que incentivar cada vez mais o voluntariado dos empregados.  

Moradia e Cidadania: Quais seus projetos para o futuro?
Artur: Continuar este aprendizado de buscar melhoria da qualidade de vida das comunidades, que reflete também em meu crescimento pessoal e profissional.   

Moradia e Cidadania: Existe algum fato marcante na sua trajetória social, que marcou sua vida após o acontecimento? Cite. 
Artur:
A implantação do Projeto Casa Brasil em 2007 e a continuidade deste projeto tem sido marcante pelo aprendizado que possibilita. 

  

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